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Decorado virtual com Apple Vision Pro
Decorado virtual permite que o comprador caminhe por um apartamento decorado antes da obra existir. No stand de vendas, o cliente coloca o Apple Vision Pro e explora o imóvel em escala real, trocando acabamentos e alterando a vista das janelas por andar. Compara tipologias com gestos naturais. O corretor também leva o dispositivo até a casa do comprador para uma demonstração presencial. No canteiro de obras, o decorado é projetado sobre a laje em construção, para que o cliente veja o apartamento pronto onde ele será entregue. Um decorado físico custa entre R$ 500 mil e R$ 4 milhões (Exame, 2023). A versão digital da R2U fica pronta em 4 a 14 semanas. A Coelho da Fonseca já usa a tecnologia em lançamentos de alto padrão em São Paulo.
Conheça a solução mais completa da R2U para apresentação de empreendimentos imobiliários: a Maquete Interativa 3D
Uma experiência visual, interativa e multiplataforma criada para transformar a forma como incorporadoras, construtoras e corretores apresentam seus projetos. Em salas imersivas, totens touchscreen, tablets, notebooks, celulares ou diretamente no site, a solução reúne maquete 3D, plantas, unidades, fachada, áreas comuns, localização, vistas, insolação e personalização em uma jornada mais clara, moderna e envolvente para o cliente.
Maquete holográfica do empreendimento inteiro
Maquete holográfica projeta o condomínio completo sobre uma mesa ou em escala real no terreno da obra. Com o Apple Vision Pro, o cliente gira o empreendimento e seleciona unidades por andar. Explora opções de plantas com móveis e acabamentos enquanto a fachada aparece com iluminação natural. A versão web (maquete imersiva) roda no iPhone, iPad e no site da incorporadora, acessível por link ou embed, sem instalar aplicativo. O comprador troca pisos, bancadas e revestimentos nas duas versões, tanto no headset quanto no browser. Tegra, MPD e Vincere usam a maquete em lançamentos ativos. Uma maquete física de alto padrão leva de 2 a 5 meses e pode ultrapassar R$ 500 mil (Exame, 2023). A versão digital fica pronta em 4 a 14 semanas e é reutilizável entre empreendimentos.
Renders 3D, tours 360 e filmes animados
Renders 3D da R2U cobrem fachadas, interiores, áreas comuns e todas as tipologias do empreendimento, com qualidade fotográfica. As imagens servem como material de vendas, conteúdo para o site da incorporadora e posts em redes sociais. Os tours virtuais 360 rodam direto no navegador: o corretor envia o link por WhatsApp e o comprador explora cada cômodo de qualquer dispositivo. 62% dos compradores buscam tours 3D antes de agendar visita (Zillow, 2024). Os filmes animados mostram o projeto em movimento, com circulação nas áreas comuns e transição entre dia e noite, incluindo sobrevoo pela fachada. Todos os formatos partem do mesmo modelo 3D que alimenta o decorado virtual e a maquete holográfica, o que reduz prazo e custo de produção do pacote completo.
Realidade aumentada para e-commerce e varejo
Com a realidade aumentada da R2U, o consumidor aponta a câmera do celular e posiciona móveis, eletrodomésticos ou revestimentos em escala real no próprio ambiente. Funciona direto no navegador, sem instalar aplicativo. A Mobly registrou +82% de conversão e +115% de tempo na página após incluir a tecnologia no e-commerce (Liga Ventures). Em lojas Shopify, produtos com essa funcionalidade convertem 94% mais que produtos sem ela (Shopify, 2025). Leroy Merlin, Portobello, Electrolux e Docol também usam a tecnologia da R2U nos seus canais digitais. A integração é feita com poucas linhas de código, compatível com VTEX, Shopify e Magento. O consumidor vê o sofá na sala ou a torneira na bancada antes de comprar, o que reduz devoluções e aumenta a confiança na compra.
Visualizador 3D interativo na página do produto
Visualizador 3D substitui dezenas de fotos de produto por um modelo interativo que o cliente gira e amplia, explorando texturas, cores e proporções fiéis ao item real. No varejo, Mobly, Electrolux e Docol usam o visualizador da R2U nas páginas de compra: um único modelo mostra todas as variações de cor e acabamento sem sair da página. No mercado imobiliário, o mesmo visualizador aparece no site do empreendimento para que o comprador compare materiais de piso, bancada e revestimento em cada ambiente antes de fechar contrato. Roda no celular ou computador, sem app e sem download. O componente é leve, carrega em menos de 2 segundos e se integra a VTEX, Shopify, Magento e qualquer site com poucas linhas de código.
Customizador de produtos em tempo real
Customizador de produtos exibe todas as variações de cor, tecido, acabamento e tamanho em um único modelo 3D interativo. Cada mudança é aplicada em tempo real, na mesma página onde o consumidor finaliza a compra. Após configurar o produto, o cliente pode visualizá-lo no próprio ambiente via realidade aumentada, sem sair do navegador. Portobello usa o customizador para revestimentos cerâmicos, Wood Prime para móveis de madeira e Reserva para acessórios e bolsas. No mercado imobiliário, a mesma tecnologia permite que o comprador configure cada ambiente no site do lançamento: piso da sala, bancada da cozinha, revestimento do banheiro. O resultado para o lojista: menos fotos de produto por variação, mais combinações disponíveis para o comprador e menos devoluções por expectativa frustrada.

Eu já tenho os modelos 3D dos meus produtos. Como disponibilizá-los em realidade aumentada?

modelos 3d

Conforme mencionamos em outros posts, a realidade aumentada (RA) é uma tecnologia inovadora que, além de fortalecer o engajamento dos clientes com a marca, traz a experiência de compra da loja física para dentro da sua casa, permitindo que o consumidor verifique se o produto a ser comprado cabe e combina com o ambiente onde o produto vai ficar.

Embora a aceitação da tecnologia de realidade aumentada esteja crescendo exponencialmente a cada ano que passa, muitas pessoas ainda não compreendem o funcionamento da tecnologia e o que é necessário para viabilizá-la em seus canais de vendas. Uma das principais tecnologias envolvidas nesse processo – que não é novidade para a indústria e o varejo –  é a digitalização dos produtos em modelos 3D.

Simplificando o processo, a tecnologia de RA oferecida pela R2U consiste basicamente na exibição de um modelo 3D projetado na sua casa, através da visualização de uma câmera em smartphones e tablets. Os modelos 3D produzidos e otimizados pela R2U têm o intuito de trazer o equilíbrio entre a leveza e o hiper-realismo, pois os usuários devem enxergar os produtos como se estivessem realmente em seu espaço, com o menor tempo de carregamento possível.

Para a preparação desses modelos 3D para realidade aumentada, são utilizadas diferentes técnicas como:

  • modelagem;
  • escultura;
  • 3D scanning;
  • otimização.

Por isso, nesse post, trataremos sobre esse último processo, a otimização, que é realizada quando uma empresa já possui os modelos 3D de seus produtos e quer aproveitá-los para a experiência de realidade aumentada.

Otimização de modelos

Dentre a lista de técnicas de produção de conteúdo em 3D, a otimização de modelos normalmente é uma das mais eficientes quando se fala de velocidade de produção, pois oferece aos artistas 3D uma base sólida e detalhada para guiar o resultado final do 3D. Dessa forma, os artistas conseguem aproveitar os detalhes do modelo original, que poderiam passar despercebidos, caso os artistas estivessem apenas olhando fotos de referência ou a ficha técnica do produto.

Quanto melhor a qualidade do modelo 3D original, melhor será o aproveitamento dele para o resultado final, pois em casos em que o modelo original já apresenta uma qualidade baixa, muitas vezes é até melhor iniciar uma modelagem do zero do que aproveitar o modelo original.

Via de regra, circulam alguns tipos de modelos 3D de produtos na indústria e no varejo, e todos eles podem ser aproveitados para facilitar o trabalho do time de 3D na produção do conteúdo para Realidade Aumentada. Podemos categorizar esses modelos em 3 tipos principais:

  • Modelos 3D de fabricação;
  • Modelos 3D poligonais;
  • Modelos 3D de arquitetura.

Modelos 3D de fabricação

Os modelos de fabricação são normalmente utilizados em momentos anteriores à produção dos produtos, como prototipação ou algum processo produtivo na fábrica, como usinagem. Os modelos de fabricação normalmente são mais completos e pesados (certos modelos de produtos tem mais de 1 GB), pois armazenam informações detalhadas e internas do produto, como parafusos, engrenagens, e todos os componentes necessários para o funcionamento do equipamento.

Normalmente são utilizados programas CAD para o desenvolvimento desses modelos, e temos como alguns principais exemplos as ferramentas Solidworks, Rhinoceros e Fusion. Esses programas são utilizados principalmente para acelerar o processo de modelagem de produtos que possuem componentes mecânicos, já oferecendo funcionalidades prontas para auxiliar na prototipação.

Esses programas exportam diferentes formatos de modelos 3D, entre eles .STP, .STL, .IGS, .DWG, .DXF. Esses arquivos são bastante pesados, portanto, para otimizá-los para realidade aumentada, é necessário simplificar o modelo o máximo possível. Por exemplo: remover todos os componentes internos que não agregam valor à experiência de RA (parafusos, porcas, engrenagens, mecanismos internos etc.). Além disso, esses formatos exportados dificilmente possuem informação de tecidos, cores e painéis do produto, sendo necessário que o time recrie esses elementos no modelo 3D para RA.

Modelos 3D poligonais

Os modelos 3D poligonais são os modelos produzidos nos softwares de modelagem mais modernos, e são os mais indicados para artistas que trabalham nas principais empresas das indústrias de filmes e games. São softwares de menor precisão, porém, são mais otimizados e flexíveis quando a prioridade é o aspecto visual do modelo. Também são muito versáteis, permitindo que seja possível, além da modelagem, criar materiais, animações e render, que é a produção de imagens hiper-realistas.

Entre alguns dos principais softwares de modelagem 3D estão o Blender, Maya, 3DS Max e Cinema4D. Cada software tem as suas particularidades, vantagens e desvantagens dentro do universo de 3D, porém, todos podem ser utilizados na produção de modelos 3D dos seus produtos. Eles também possuem seus próprios formatos de arquivo, porém todos permitem a exportação do modelo 3D em formatos padronizados, que podem ser abertos em múltiplos softwares, como o .FBX, o .OBJ e o .GLB. O trabalho de otimização desse tipo de modelo normalmente é mais simples que os modelos de fabricação, pois, normalmente, o modelo já contém informação de materiais e texturas e não traz o foco das partes internas dos produtos.

Esses modelos são os mais utilizados para as equipes de marketing produzirem renders, campanhas de vídeo, anúncios 3D e todo tipo de conteúdo de produto que utiliza a tecnologia.

Modelos 3D para arquitetura

Existem também uma série de modelos 3D de produtos que atualmente são bastante utilizados  por arquitetos e designers em seus projetos, principalmente tratando-se de design de interiores. Esses modelos têm como principal intuito tangibilizar o projeto do arquiteto para os seus clientes, já trazendo uma ideia do estilo de móveis e eletrodomésticos que combinam com o ambiente que está sendo desenvolvido.

Hoje existem alguns principais softwares de 3D voltados para arquitetura, o maior deles sendo o Sketchup. Logo em seguida vem o Revit e o Archicad, sendo conhecidos como “softwares BIM”. 

Os softwares de 3D para arquitetura têm como principal objetivo facilitar a modelagem de edificações e, hoje, são uma evolução dos desenhos técnicos das plantas 2D de terrenos. Sendo assim, o propósito desses softwares não é a funcionalidade de modelagem 3D em si e, sim, a apresentação de ambientes internos e externos, tendo como principal funcionalidade modelar paredes, portas, telhados, janelas, entre outros. Quando é necessário incluir objetos internos como móveis ou decorações, o processo mais comum é importar objetos que foram modelados em programas poligonais. Porém, não é raro encontrar objetos que foram modelados em programas para arquitetura e, na maioria das vezes, possuem uma qualidade muito baixa.

Padronização de formatos de 3D

Como você pôde ver, dá para imaginar o trabalho que as empresas têm hoje para lidar com todos esses tipos de formato de modelos 3D, entre elas estão:

  • Equipes de design de produto trabalhando com formatos de engenharia para prototipação;
  • Equipes de marketing utilizando um formato poligonal para produção de renders e campanhas de vídeo;
  • Equipes de vendas utilizando um formato de arquitetura para ser distribuído aos arquitetos.

Além disso, ao trazer uma redundância de modelos 3D dentro da empresa, fica difícil acompanhar quais formatos são as versões finais do modelo e qual 3D tem que ser alterado para cada fim. Vale ressaltar também que diferentes formatos de 3D normalmente exigem diferentes licenças de software.

Dentro desse contexto, dois formatos de arquivo 3D foram ganhando espaço no mercado como formatos padrão de modelos 3D, e são eles que definem hoje o padrão de realidade aumentada e experiências web. Esses formatos são o .GLB e o .USDZ, que são os formatos incentivados pelos ecossistemas do Google e da Apple, respectivamente.

Parece complicado essa quantidade de ferramentas e formatos de arquivo, não é mesmo? Porém, acreditamos que essa padronização de formatos acabe ganhando cada vez mais espaço e sejam mais utilizados, simplificando os processos para as equipes. Até chegarmos lá, você pode enviar todos os formatos de arquivos mencionados para nós, que fazemos esse trabalho de transformação do seu arquivo em modelos prontos para experiências web e imersivas.

Conclusão

Aqui na R2U, garantimos que toda a complexidade de otimização de modelos fique do nosso lado, e você apenas precisa localizar dentro da sua organização o modelo 3D correspondente aos seus produtos, pois há uma grande possibilidade de esse modelo já existir dentro da sua empresa. Converse conosco caso queira aproveitar todos esses modelos 3D que você já têm e trazer uma nova utilidade para eles, oferecendo uma experiência incrível para os seus clientes.


* Artigo escrito por Gabriel Arakaki, Head de Produtos da R2U

Valeria Carrete

Escrito por

Valeria Carrete

CRO (Chief Revenue Officer) — R2U Realidade Aumentada

Valéria Carrete é CRO da R2U. Com mais de 30 anos de experiência em varejo e tecnologia, liderou operações como Diretora da American Express, CMO responsável pelo lançamento da TIM no Brasil e CMO do turnaround do Ponto Frio. Formada em Administração pela FGV com MBA Internacional pela USP.

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A R2U cria decorados virtuais, maquetes holográficas e visualizadores 3D para incorporadoras e varejo desde 2016. Única empresa no Brasil com Apple Vision Pro para venda de imóveis na planta. Tegra, MPD, Coelho da Fonseca, Mobly, Leroy Merlin e Portobello já usam a plataforma. TOP 3 na categoria de realidade aumentada e realidade virtual (100 Open Startups, 2024).
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